Deus dá liberdade aos Seus filho

Na liberdade que temos, damos o exemplo e não seguimos as más inclinações deste mundo

“Jesus perguntou: ‘Simão, que te parece: Os reis da terra cobram impostos ou taxas de quem: dos filhos ou dos estranhos? Pedro respondeu: ‘Dos estranhos!’ Então Jesus disse: ‘Logo os filhos são livres’” (Mateus 17, 25-26).

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Bahia inaugura departamento para resolver casos de homicídios em 48h.

20/04/2011 20:15 - Atualizado em 20/04/2011 23:09

O departamento fica localizado no bairro da Pituba.
Número de homicídios caiu 16,2% em relação ao ano passado na Bahia.

Graça Campos Do G1 Ba

Foi inaugurado nesta quarta-feira (20), em Salvador, o prédio do departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no bairro da Pituba. O Departamento vai abrigar seis delegacias especializadas em assassinatos.

Na inauguração do novo prédio, o DHPP anunciou estatísticas oficiais que apontam uma queda no número de homicídios que caiu 16,2% em relação ao mesmo período do ano passado na Bahia. Nos três primeiros meses deste ano, a redução foi de 14,4% em Salvador e 12% na região metropolitana. De acordo com o departamento, a meta é manter esses números em queda.

Segundo a secretaria de Segurança Pública, três delegacias entram em funcionamento de imediato para combater o crime na capital. As outras três devem entrar em serviço no segundo semestre de 2011 para investigar os homicídios da região metropolitana e casos de chacina.

Ainda de acordo com a secretaria, o departamento terá também equipes especializadas formadas por delegados, escrivães, investigadores e peritos. Ao todo são 110 policiais divididos em equipes com a missão entrar em ação assim que o homicídio acontecer. O desafio de cada equipe será tentar resolver cada caso em 48 horas.

As delegacias ligadas ao Departamento de Homicídios também devem ser instaladas nos municípios de Juazeiro, Itabuna, Feira de Santana, Barreiras e Vitória da Conquista.

Fonte: G1.

Levantamento aponta mais de 150 mil homicídios sem solução no país.

09/05/2011 20:31

Rio e Minas têm maior número de inquéritos não concluídos.
Levantamento foi divulgado pelo Conselho Nacional do Ministério Público.

Débora Santos Do G1, em Brasília

Levantamento divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Conselho Nacional do Ministério Público mostra que 151,8 mil inquéritos sobre homicídios, iniciados até 31 de dezembro de 2007 ainda estão sem solução em todo o país. São investigações que ficaram paradas em delegacias ou na Justiça, sem identificar o autor do crime, mas que não foram arquivadas.

Os números fazem parte do “Inqueritômetro”, um sistema de acompanhamento dos inquéritos sobre homicídios que passa a funcionar a partir desta segunda.

As informações foram enviadas pelo Ministério Público dos estados aos órgãos que compõem a Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (Enasp): Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Ministério da Justiça (MJ).

De acordo com os dados, o Rio de Janeiro é o estado com maior número de investigações de assassinatos não solucionadas. São 60 mil inquéritos no estado. Em segundo lugar, está Minas Gerais com 20 mil, seguida pelo Espírito Santo (13.610), Pernambuco (11.462) e Bahia (10.145).

A juíza federal Taís Ferraz, conselheira do CNMP, é responsável pelo levantamento e explica que o objetivo era dimensionar o problema.

Uma das metas estabelecidas pela Enasp é eliminar esse estoque de inquéritos até o final deste ano. Estados com menos de 4 mil investigações terão até julho de 2011 para solucionar o passivo. Nos casos em que o número estiver acima de 4 mil, o prazo termina em 31 de dezembro deste ano.

Os principais entraves para a finalização desses inquéritos são a falta de estrutura das polícias civis e a dificuldade na produção de provas pela perícia. No entanto, a redução da burocracia é apontada como arma para solucionar as investigações.

“Às vezes, há falta de estrutura nas polícias técnicas e às vezes falta conversa entre o Ministério Público e a polícia para saber o que é necessário ter no laudo pericial. Mas é possível melhorar, independentemente de dinheiro. A estrutura está precária, mas pode-se melhorar com outras ações”, explica Taís Ferraz.

Na avaliação da conselheira, a maioria dos estados tem condições de cumprir a meta dentro do prazo. No entanto, a tarefa é mais difícil de ser alcançada por estados com os maiores estoques, como Rio de Janeiro e Minas Gerais.

“Não é possível ainda dizer que vão cumprir [a meta], mas muitas forças-tarefa foram criadas nesses estados para eliminar burocracia nos casos de homicídio. A ideia é abandonar os discursos de culpa e trabalhar em conjunto, não só para dar uma resposta às famílias para identificar gargalos”, afirmou a conselheira.

O inqueritômetro, que pode ser consultado no site do CNMP, traz os dados enviados até 30 de abril deste ano. O sistema será atualizado mensalmente com informações do Ministério Público dos estados.

Fonte: G1.

SC é o estado com as estradas federais mais violentas, diz Dnit.

07/05/2011 – 20:54

Segundo levantamento, ocorre uma morte a cada seis quilômetros.
Imprudência é apontada como principal causadora dos acidentes.

Do G1, com informações do Jornal Nacional

Um estudo realizado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit) revelou que Santa Catarina é o estado que tem proporcionalmente as estradas federais mais violentas. De acordo com o levantamento, acontece, em média, uma morte a cada seis quilômetros de rodovia.

O Paraná é o segundo colocado, com um óbito a cada 8,7 quilômetros, seguido por Minas Gerais (uma morte a cada 13 quilômetros) e Bahia (uma morte a cada 14 quilômetros).

A imprudência é apontada como principal causadora das mortes. Somente no ano passado foram 562 em Santa Catarina. “Certamente o fator humano ainda deixa a desejar. É fundamental que cada cidadão faça sua parte, adote uma postura mais prudente e responsável no trânsito”, explica um policial.

Outro fator é a péssima condição das rodovias, que em sua maioria não são duplicadas. “Em pista simples, os acidentes são mais graves porque as batidas são de frente, ocasionando sempre mortes”, diz Roberto Sá, do Movimento Nacional de Educação no Trânsito (Monatran).

Fonte: G1.

PRF registra 3,8 mil acidentes e 175 mortes durante a Semana Santa.

25/04/2011 – 21:04

Em relação aos números do Carnaval, que teve a mesma duração desta operação, houve menos acidentes, menos mortes e menos feridos.

A Polícia Rodoviária Federal apresentou um balanço, nesta segunda-feira (25), da violência nas estradas durante o feriado da Semana Santa.

Nos seis dias de operação, entre a zero hora de terça-feira (19) e a meia-noite de domingo (24), 175 pessoas morreram em mais de 3,8 mil acidentes e 2.274 ficaram feridas.

A Polícia Rodoviária comparou esses números com os do Carnaval desse ano, que teve a mesma duração da operação desta Semana Santa.
A conclusão é que houve menos acidentes, menos mortes e menos feridos. Segundo a polícia, seria o resultado do comportamento mais responsável dos motoristas e da maior estabilidade do tempo, já que choveu menos.

A Operação Semana Santa do ano passado foi mais curta. Teve dois dias a menos. E, naqueles quatro dias, 114 pessoas morreram – 61 a menos do que no feriado desse ano.

Fonte: G1.

domingo, 8 de maio de 2011

Metade das armas em circulação no Brasil é ilegal, diz ONG na Câmara.

28/04/2011 – 14:17

Diretor do Sistema Nacional de Armas disse desconhecer esse número.
Câmara dos Deputados fez audiência pública sobre o controle de armas.

Do G1, em Brasília

A diretora do Instituto Sou da Paz Melina Risso disse nesta quinta-feira (28), em audiência pública promovida pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara, que metade das armas em circulação no Brasil é ilegal.

“É um mito acharmos que há armas do bem e armas do mal. O mercado ilegal é abastecido pelo legal”, afirmou durante a audiência. Segundo ela, das 16 milhões de armas em circulação no Brasil atualmente, 8 milhões são ilegais.

Douglas Saldanha, delegado-chefe do Sistema Nacional de Armas, disse na audiência pública que não conhece a origem dos dados divulgados pela ONG e que a Polícia Federal não trabalha com esse número.

Melina Risso afirmou que não é possível fazer uma distinção entre o mercado formal e o informal de armas e apontou a falta de organização no compartilhamento de dados sobre o porte de armas entre os órgãos do governo.

Antonio Rangel Torres Bandeira, do Programa de Controle de Armas da ONG Viva Rio, disse durante a audiência que cerca de 10% das armas ilegais apreendidas no Brasil são de fabricação estrangeira. "Entre 7% e 10% das armas apreendidas no Brasil são estrangeiras. Vamos acabar com esse mito de que o que nos atinge são armas estrangeiras", disse.

Bandeira afirmou que as armas de fabricação nacional roubadas são a principal fonte de captação de armanentos pelos criminosos. Ele utilizou como exemplo o massacre de Realengo, em 7 de abril, que terminou com a morte de 12 alunos pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira. Segundo Bandeira, os dois revólveres utilizados na chacina foram fabricados no Brasil e um deles tinha sido roubado de uma residência.

Ele pediu, durante a audiência pública, a marcação das munições para rastrear a origem e disse ser contra a realização de um novo plebiscito sobre a comercialização de armas.

O diretor da Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições, Salésio Nuhs, participou da audiência e disse que a indústria brasileira já fabrica armas com chips embutidos para monitoramento. Ele defendeu o comércio de armas e afirmou que há procedimentos que garantem o monitoramento e a segurança na produção.

Desarmamento

O presidente do Movimento Viva Brasil, Bené Barbosa, disse considerar o Estatuto do Desarmamento uma lei inócua por não resolver o problema do tráfico ilegal de armas.

“O estatuto continua se mostrando ineficaz, pois não diminuiu os índices de homicídio no Brasil”, afirmou. Ele disse ser contra a realização de um novo referendo sobre desarmamento.

Barbosa disse ainda que não há relação entre a venda legal de armas e o número de homicídios. Segundo ele, São Paulo reduziu a criminalidade, entre outros motivos, porque "foi o estado que mais prendeu e condenou".

Fonte: G1.

Moradores do Alemão falam sobre o que mudou 5 meses após ocupação.

30/04/2011 – 07:00

Moradores elogiam coleta de lixo regular e fim das armas e drogas nas ruas.
Mas dizem que insegurança aumentou com fim do controle de traficantes.

Patrícia Kappen Do G1 RJ

Exercito no Alemão (Foto: Patrícia Kappen/G1)Soldados do Exército patrulham ruas da comunidade (Foto: Patrícia Kappen/G1)

Cinco meses após a ocupação pela Força de Pacificação do Conjunto de Favelas do Alemão, comerciantes e moradores contam que as armas e as drogas sumiram das ruas, e a coleta de lixo agora é regular. Mas relataram também o aumento da violência na favela após a saída dos traficantes, que mantinham controle da comunidade com leis próprias.

Rilza Casemiro, dona de um salão de beleza na Rua Joaquim Queiroz disse que a melhoria na qualidade de vida dos moradores é visível. “A principal diferença é que a gente não vê droga na rua mais. Aquilo assustava. Agora a gente não vê mais armas também. Era até tranquilo antes, mas como você explica para uma criança que está crescendo aqui dentro que aquilo não é certo?”

Rilza tem um sobrinho, Renan, de seis anos, que passa muito tempo na casa dela. “A minha casa fica num beco onde tinha uma boca de fumo. Quando eu saía de casa com o Renan ele tampava os olhos para não ver aquilo. Porque ele sabia que era errado de tanto que a gente falava. Quando ele via alguém armado, ele logo dava a mão pra gente”, contou.

Uma das preocupações de Rilza era com as adolescentes da comunidade. “Elas viam as mulheres dos traficantes tendo tudo o que queriam. Como a gente podia falar para elas que é errado ser mulher de traficante?”

Como você explica para uma criança que está crescendo aqui dentro que aquilo não é certo?"

Rilza Casemiro, comerciante

Rilza afirmou, no entanto, que já ouviu relatos de roubos e estupros na favela. “Antes não tinha isso, porque os traficantes não deixavam. A gente agora tranca as portas de casa de noite. Está inseguro. Antes, quem era ladrão ia roubar fora da comunidade. Agora como o roubo, muitas vezes, não dá em nada, começaram a roubar aqui dentro mesmo”, afirmou, completando: “A população passou muito tempo confiando nos bandidos daqui. Então as pessoas ainda não têm essa cultura de ir à delegacia denunciar um roubo.”

Coleta de lixo

A comerciante, que mora no Alemão desde que nasceu, há 29 anos, lembrou que um ponto positivo da ocupação é a coleta de lixo. Segundo ela, agora o caminhão da Comlurb passa todo dia, e há menos sujeira nas ruas. “Quando chove é menos lixo para entupir os bueiros e encher as ruas”, disse. “Mas não adianta coletar se eles não dizem para as pessoas que não pode deixar lixo na porta de casa”.

Lixo Alemão (Foto: Patrícia Kappen/G1)Apesar dos elogios à coleta de lixo, uma montanha de sujeira pode ser vista no chão, ao lado das lixeiras. (Foto: Patrícia Kappen/G1)

Quem também destacou a coleta como uma das principais melhorias após a ocupação do Alemão foi a comerciante Renata de Souza, de 22 anos. Para ela, não ter as ruas cheias é um grande avanço.

Mas Renata também tem críticas do período pós-ocupação. “Antes, quando eram os traficantes, não tinha estupro, não tinha roubo, não tinha briga. Agora tem briga por qualquer coisa.”

Além da queixa do aumento da violência, Renata reclama também da falta de iluminação na comunidade: “Chega 22h a gente não pode entrar, porque está tudo escuro e é perigoso passar”.

'Bandido era o referencial das crianças'

Uma das queixas de outra comerciante da Rua Joaquim Queiroz, que pediu para não ser identificada na reportagem, é que o lucro no comércio caiu depois da ocupação. “Agora as pessoas estão saindo mais, indo a festas em outros lugares, o que é de certa forma positivo, mas diminuiu o nosso rendimento”, disse ela, que tem uma lanchonete. Mas aponta o lado positivo da presença dos soldados: “Descaradamente não tem mais drogas. Não tem mais pessoa com arma aqui. Mas a gente sabe, as pessoas comentam, que ainda tem, só que escondido”, completou.

Moradores Alemão (Foto: Patrícia Kappen/G1)Alemão: estudantes reclamam de soldados (Foto: Patrícia Kappen/G1)

A comerciante tem um casal de filhos, de 13 e 16 anos. “O bandido era o referencial das crianças. Agora isso acabou”, comemorou. Ela preferiu não identificar por achar que a segurança no local será passageira: “Isso aí é uma proteção momentânea”.

Três jovens de 14 e 15 anos, moradores do Alemão e estudantes de escolas da região, reclamaram de um suposto toque de recolher imposto por soldados do Exército. “Eles ficam mandando a gente ir pra casa às 22h30. Às vezes até chutam a gente e dão tapas.”

O G1 solicitou uma resposta sobre as queixas dos moradores à Força de Pacificação, que enviou o seguinte comunicado:

"As ações empreendidas pela Força de Pacificação são pautadas nas normas de conduta decorrentes do Acordo para Pacificação dos Complexos da Penha e do Alemão. Qualquer tipo de denúncia ou sugestão pode ser feita por meio da ouvidoria e disque denúncia disponibilizado para a população. Todas as informações que ali chegam são apuradas de acordo com as normas acima citada."

Fonte: G1.

Analistas explicam como Bin Laden montou uma fábula de terror na web.

04/05/2011 – 07:45

Sem os vídeos, sem as imagens e sem a internet, quantos seguiriam Osama bin Laden? Como as ideias do terrorista seriam divulgadas?

Teatro? Propaganda? O que havia por trás dos frequentes vídeos de Osama? O Bom Dia Brasil ouviu especialistas em comunicação e política para entender como Bin Laden construiu suas fábulas de terror no mundo digital.

Montanha abaixo ele desce. Nas mãos, um cajado. No ombro, um fuzil. Nos últimos dez anos, Osama bin Laden gravou inúmeros vídeos. A cada nova aparição, uma nova ameaça.

Rapidamente, cada imagem, cada gesto e cada palavra do terrorista caíam na internet e ganhavam o mundo. Mas qual era o verdadeiro significado das imagens? A quem eram realmente destinadas? Se ele queria se esconder, por que, afinal, Osama se mostrava tanto?

“A al-Qaeda usou a internet e descobriu nela um tipo de público que não era o tipo de público que ela estava procurando inicialmente, que era o público mulçumano pobre das ruas europeias. De repente, vem aquela voz da terra de onde seus pais e seus avós são falando: ‘Essa turma que faz vocês se sentirem mal?’. Essa turma são os verdadeiros inimigos”, explica Pedro Doria, jornalista especializado em mídias digitais.

Apesar de numerosos, os vídeos são sempre bastante parecidos: Bin Laden cercado por pessoas e armas, falando de forma lenta e pausada. São apenas detalhes, mas que podem estar repletos de significados.

“O que o Bin Laden fazia nesses vídeos era uma série de referências simbólicas. Tinha passagens do Alcorão, o próprio local da filmagem, geralmente uma caverna ou um lugar remoto, isso tem ressonâncias com alguns dos mitos e das histórias do Alcorão. Ou seja, ele mobilizava nesse set de um filme ou de teatro. Era uma performance que permitia a ele colocar o discurso dele ou a figura dele dentro de uma espécie de floresta de símbolos, reconhecida por diversas audiências”, aponta Paulo Gabriel Hilu, coordenador .o Núcleo de Estudos de Oriente Médio da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Mas, sem os vídeos, sem as imagens e sem a internet, quantos seguiriam Bin Laden? Como suas ideias seriam divulgadas?

“Ele tentava passar uma ideia de tradição: ‘Nós fomos grandes e continuaremos a ser grandes se investirmos nisso’. Ele explorava as frustrações de certa juventude pobre”, avalia o jornalista Pedro Doria.

O terrorista que passou a vida combatendo o Ocidente se valeu de métodos e ferramentas do próprio Ocidente para lutar sua guerra de ódio e intolerância.

“Ele era uma pessoa muito religiosa, mas não era uma pessoa de formação religiosa. A formação dele justamente era de administração e marketing. Obviamente, ele vai usar todo esse conhecimento para produzir essa linguagem extremamente adequada e bem adaptada ao mundo pós-moderno da mídia globalizada”, explica o professor Paulo Gabriel Hilu.

“Pode-se dizer, sim, com toda tranquilidade: sem internet não haveria Bin Laden. Isso quer dizer que a internet é uma vilã? Pelo contrário: a internet é a mesma ferramenta que está ajudando agora a semear a democracia nos países árabes. É um meio novo que pode ser usado de várias formas. No caso do Bin Laden, ele usou para espalhar o mal”, finaliza o jornalista Pedro Doria.

Fonte: G1.