Deus dá liberdade aos Seus filho

Na liberdade que temos, damos o exemplo e não seguimos as más inclinações deste mundo

“Jesus perguntou: ‘Simão, que te parece: Os reis da terra cobram impostos ou taxas de quem: dos filhos ou dos estranhos? Pedro respondeu: ‘Dos estranhos!’ Então Jesus disse: ‘Logo os filhos são livres’” (Mateus 17, 25-26).

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Delegados de SP pedem cumprimento de decisão sobre aposentadoria especial.

A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP) ajuizou Reclamação (RCL 12823) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o Estado de São Paulo alegando violação e descumprimento de decisão do STF que, em julgamento de mandado de injunção (MI 755) impetrado pela própria associação, reconheceu o direito da categoria à aposentadoria especial prevista no artigo 40, parágrafo 4º, da Constituição da República, na ausência de norma reguladora específica.

Na ocasião, a ADPESP alegou que o servidor policial civil fora “resvalado à vala comum” pelo governo do Estado de São Paulo e pela União, “como se não exercesse função essencial (segurança pública), considerada de risco e em condições especiais que prejudicam sua saúde”. A decisão do STF no MI 755, no entendimento da ADPESP, teria conferido a seus associados o direito de aposentadoria em tempo especial de 15, 20 ou 25 anos, sem limite de idade ou tempo de contribuição.

Na Reclamação, a associação informa que, dois anos depois do julgamento do mandado de injunção, o Estado de São Paulo vem usando “subterfúgios” para cercear o direito reconhecido judicialmente. Com respaldo na Lei Complementar Estadual 1.062, editada em 2008, que exige, para a concessão do regime especial, 55 anos de idade para os homens e 50 para as mulheres, 30 anos de contribuição previdenciária e 20 anos de efetivo exercício em cargo de natureza estritamente policial, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo rejeitou a pretensão dos associados da ADPESP de terem o direito à aposentadoria especial sem a exigência desses requisitos previstos na norma estadual. O objeto da Reclamação é a cassação dessa decisão administrativa.

O fundamento apresentado é o fato de que a competência para a criação de normas gerais sobre a matéria é da União, conforme o artigo 24 da Constituição, cabendo aos estados apenas a competência suplementar. Assim, a regulamentação em nível estadual não teria, segundo a Reclamação, retirado a legitimidade dos delegados de obter perante a União a regulamentação geral sobre a matéria. “Apesar da edição da lei complementar paulista, a União estava omissa no dever de regulamentar as normas gerais destinadas a todos os servidores públicos”, argumenta.

O acórdão proferido no MI julgado no Supremo teria fixado essas normas gerais, alega a ADPESP. Assim, sustenta que a exigência de tempo de idade e de contribuição estaria com eficácia suspensa por conflitar com os parâmetros ali fixados. “A única suplementação possível conferida ao Estado de São Paulo é a escolha do tempo, que pode oscilar entre 15, 20 ou 25 anos”, defende.

Insalubridade

A entidade representativa dos delegados afirma que a atividade policial, “além de ser de risco, é insalubre, por expor seu agente a condições especiais” que prejudicam sua saúde – plantões ininterruptos de 24h, flagrantes noturnos em locais degradantes ou perigosos, etc. O MI 755 teria aplicado à categoria os parâmetros fixados pelo INSS para a concessão de aposentadoria especial.

“Nada mais justo que estender o mesmo direito consignado na Lei 8.213/1991, artigo 57, aos servidores públicos que trabalham em plantões exaustivos e lidam com indivíduos mais perigosos da sociedade”, afirma a associação, lembrando ainda o stress a que estão sujeitos pelo acúmulo de serviço em outros órgãos da Administração Pública como o Ciretran e Detran. “O maior risco à saúde é o perigo de vida, de ficar paraplégico, de ser baleado, ou seja, os riscos inerentes conjugam a prejudicialidade à saúde e à integridade física", alega a ADPESP.

O relator da Reclamação é o ministro Luiz Fux.

CF/AD

Fonte: Supremo Tribunal Federal.

São Paulo: PM terá 'base voadora' projetada por Ruy Ohtake na Faria Lima.

ADRIANO BRITO
DE SÃO PAULO

A av. Faria Lima, na zona oeste paulistana, deve ganhar uma "base voadora" da Polícia Militar, projetada pelo arquiteto Ruy Ohtake.

Ao menos é o que quer a associação AME Jardins, que congrega moradores da rica área que vai da r. Estados Unidos à av. das Nações Unidas.

Embora o projeto tenha uma aparência futurista, a inspiração foi uma árvore, segundo Ohtake. É composto por uma base circular, com diâmetro semelhante ao de um tronco, na qual ficaria uma escada que levaria à base propriamente dita: elevada, em formato de disco feito de metal e vidro e com vista de 360°, mais ou menos do tamanho de uma copa de árvore.

"A ideia é transformar [a base] em um mobiliário urbano e que ocupe o menos possível do gramado", explica o arquiteto, que tem escritório na via e fez o projeto de graça, a convite da entidade.

Croqui do projeto de Ruy Ohtake para a base da polícia nos Jardins, na zona oeste de SP

Croqui do projeto de Ruy Ohtake para a base da polícia nos Jardins, na zona oeste de SP

O gramado em questão é o da praça Luís Carlos Paraná, onde a associação quer que a base seja instalada. "É um local estratégico, de grande visibilidade e que terá a possibilidade de atender quem passa pela região. Não é uma central que vai atender só os Jardins", diz João Maradei Júnior, diretor-executivo da AME.

O projeto prevê vestiário masculino e feminino para PMs e salas de reunião, monitoramento e expediente.
Após ter ajustes e ser levada a uma construtora, a proposta será enviada à prefeitura para o pedido de liberação da área. A expectativa é que a base seja entregue em meados de 2012 --o custo previsto é de cerca de R$ 350 mil, captados com parceiros.

A ideia da base, de acordo com a associação, nasceu da necessidade de ter um monitoramento coordenado das vias. Alguns moradores, inclusive, já doaram câmeras.

Fonte: Folha.com.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

AL aprova aumento para agentes e inspetores penitenciários.

O plenário da Assembleia Legislativa aprovou nesta terça-feira (25) o projeto de lei nº 245/2011, de iniciativa do Poder Executivo, que reajusta os subsídios dos servidores ocupantes dos cargos de agente penitenciário e inspetor penitenciário. A matéria foi aprovada em regime de urgência, em 1º e 2º turnos.

De acordo com a mensagem governamental, a melhoria salarial refletirá “positivamente na qualidade dos serviços prestados e na efetividade da segurança dos cidadãos, contribuindo para a promoção de um ambiente mais seguro à população carcerária, garantindo aos detentos a viabilidade da ressocialização”.

A mensagem também explica que o custo decorrente da atualização dos subsídios está consignado no Orçamento Estadual no exercício de 2012, dentro dos critérios estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Os subsídios variam de R$ 2.502, 31 a R$ 3.375, 93, de acordo com a classe e nível do cargo.

VEJA COMO FICARAM OS VALORES DOS SUBSÍDIOS:

Cargo: Agente Penitenciário

Classe: 3ª

Nível I: R$ 2.502,31

Nível II: R$ 2.527,32

Nível III: R$ 2.552,60

Nível IV: R$ 2.578,14

Nível V: R$ 2.603,90

Classe: 2ª

Nível I: R$ 2.708,06

Nível II: R$ 2.735,15

Nível III: R$ 2.762,49

Nível IV: R$ 2.790,12

Nível V: R$ 2.818,02

Classe: 1ª

Nível I: R$ 2.930,74

Nível II: R$ 2.960,06

Nível III: R$ 2.989,65

Nível IV: R$ 3.019,56

Nível V: R$ 3.049,76

Especial

Nível I: R$ 3.171,75

Nível II: R$ 3.203,46

Nível III: R$ 3.235,48

Nível IV: R$ 3.267,84

Nível V: R$ 3.300,52

Cargo: Inspetor Penitenciário

Classe: 3ª

Nível I: R$ 2.559,47

Nível II: R$ 2.585,07

Nível III: R$ 2.610,92

Nível IV: R$ 2. 637,02

Nível V: R$ 2.663,40

Classe: 2ª

Nível I: R$ 2.769,93

Nível II: R$ 2.797,64

Nível III: R$ 2. 825,62

Nível IV: R$ 2.853,87

Nível V: R$ 2.882,40

Classe: 1ª

Nível I: R$ 2.997,71

Nível II: R$ 3.027,68

Nível III: R$ 3.057, 95

Nível IV: R$ 3.088,53

Nível V: R$ 3.119,43

Especial

Nível I: R$ 3.244,19

Nível II: R$ 3.276,64

Nível III: R$ 3.309,40

Nível IV: R$ 3.342,49

Nível V: R$ 3.375,93

Fonte: Assembleia Legislativa do Maranhão.

Maridos são principais agressores em casos de violência contra a mulher.

Pesquisa mostra que em 72% dos atos de violência, companheiros são os agressores. Em 65% dos casos, filhos assistem a tudo.

Renata Capucci Rio de Janeiro

A realidade é triste para milhares de mulheres brasileiras de todas as idades, raças e classes sociais que sofrem violência doméstica. Segundo uma pesquisa, 72% dos agressores são maridos e companheiros. Em mais da metade dos casos (65%) os filhos assistem a tudo.

De acordo com a polícia, a maioria das mulheres só denuncia ter sofrido algum tipo de violência quando os episódios já são frequentes. Essa violência não é só a agressão física, mas também a agressão verbal, xingamentos, coação, humilhação e ameaças. A recomendação é superar o medo e procurar uma delegacia o quanto antes. “A partir do momento em que a pessoa começa a perceber ofensas já é um sinal de que isso pode se ampliar e pode resultar, às vezes, em um caso extremo no próprio homicídio”, afirma o advogado criminal Ivan Vieira Junior.

O silêncio agrava ainda mais a dor. Na novela Fina Estampa, a personagem Celeste é constantemente agredida pelo marido e se mantém calada. No capítulo de segunda-feira (25), ela apanhou mais uma vez. Uma mulher que se separou do companheiro depois de seis anos, conta que sempre foi humilhada: “Ele me diminuía, dizia que ninguém me queria, que eu era uma rejeitada pela minha família e que se eu não ficasse com ele eu não ficaria com ninguém, que se eu tentasse ir embora a minha filha ficaria com ele”.

Ela não denunciou o marido e, dois meses atrás, encontrou o ex-marido em um shopping e foi espancada sem dó. “Dentro do estacionamento, ele me deu um soco na cara. Dali ele continuou, me deu um soco na barriga, eu virei para tentar conversar com ele e ele me deu um soco no peito. Eu virei novamente para poder sair do carro e ele puxou novamente meu cabelo e me deu um soco nas costas. E teve uma hora que ele me deu um soco e eu meio que fiquei desacordada”, relata.

A Central de Atendimento à Mulher do Governo Federal já recebeu pelo número 180 quase dois milhões de ligações denunciando casos de violência. “Eu acho que uma mulher, se ela chega ao ponto de tirar um boletim de ocorrência para um homem, ela jamais tem que voltar atrás. Porque se ela chegou a um ponto desse, as coisas estão desgastando. Ela está' esperando o quê? Ser morta?”, diz uma outra mulher.

A Lei Maria da Penha, criada há cinco anos para proteger mulheres vítimas de violência doméstica, prevê a prisão do agressor e assegura medidas de proteção para quem denunciar os agressores.

Fonte: G1/Jornal Hoje.

DILMA ROUSSEFF explica como é possível melhorar a Segurança Pública.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Comandante Militar da Amazônia alerta para risco de produção de cocaína no Brasil.

[CRE]

A plantação de coca no Peru já chegou a áreas baixas e úmidas da Amazônia e poderá em breve chegar ao Brasil. O alerta foi feito nesta segunda-feira (24) pelo comandante militar da Amazônia, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, durante audiência pública promovida pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), a respeito do tema "Vigilância de Fronteiras - organização, distribuição espacial na Amazônia e no sul do país".

Na abertura da audiência, que foi presidida pelo senador Fernando Collor (PTB-AL), o general informou que uma grande área da plantação de coca foi descoberta em ação conjunta das polícias do Brasil e do Peru. A plantação foi feita em áreas de índios ticunas, que vivem na região de fronteira entre os dois países. E, caso se estenda até o lado brasileiro, levará o país a deixar de ser apenas um corredor de passagem para a cocaína produzida nos países vizinhos.

- Se a coca for plantada no Brasil, o grau de complexidade será muito maior. Temos indícios da presença na região de cartéis mexicanos, que têm um modus operandi mais violento. Temos de estar muito atentos - afirmou Villas Bôas, após observar que algumas regiões de fronteira podem vir a experimentar, se não forem tomadas providências, problemas semelhantes aos do México.

Farc

A presença de guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) na região de fronteira foi indicada como um fator de risco de insegurança, devido à sua participação no tráfico de armas e de drogas, pelo coordenador do Centro de Pesquisas Estratégicas da Universidade Federal de Juiz de Fora, Ricardo Vélez Rodrigues.

Entre outras ameaças potenciais à segurança do país, a seu ver, estão o aumento da produção de cocaína na Bolívia e a criação do "maior centro de contrabando da América do Sul" na região da Tríplice Fronteira, entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Ainda a respeito da fronteira brasileira com a Colômbia, o jornalista Marcelo Rech, editor do site de notícias Inforel, relatou o papel exercido por soldados do Exército Brasileiro na região de Tabatinga (AM) e Letícia, do lado colombiano. Em primeiro lugar, observou, existe uma integração dos dois exércitos "além dos acordos formais", que, a seu ver, ajuda a construir confiança mútua. Em seguida, ele relatou a importância do Exército Brasileiro para a população civil dos dois lados da fronteira.

- Alguns colombianos com quem conversei me disseram como consideravam importante a presença na região dos militares brasileiros, até, por exemplo, pelo atendimento odontológico a crianças colombianas. Um soldado brasileiro me disse que ali não há distinção de idioma, bandeira ou nacionalidade, pois todos estão na Amazônia, distantes dos dois governos - relatou Rech.

Focem

Como estímulo ao desenvolvimento das regiões de fronteira localizadas ao norte do Brasil, o chefe do Departamento da América do Sul 2 do Ministério das Relações Exteriores, ministro Clemente de Lima Baena Soares, defendeu a extensão para essas áreas de uma experiência já realizada no Mercosul - o Fundo de Convergência Estrutural (Focem). Composto por dotações anuais de US$ 100 milhões, o fundo é destinado a investimentos principalmente nos dois menores países do bloco, Paraguai e Uruguai.

- Por que não se estabelecer um Focem para a Região Norte? Com investimentos em educação, saúde, cooperação técnica e controle integrado de fronteiras, o fundo seria de fundamental importância e beneficiaria todos nossos países vizinhos - sustentou Baena.

Ao comentar os pronunciamentos dos convidados para a audiência, Collor lembrou que, apesar dos problemas existentes nas fronteiras, o Brasil vive em paz com seus vizinhos, busca o consenso e, nos últimos anos, "vem demonstrando a capacidade de promover amplo desenvolvimento, com ascensão de 30 milhões de pessoas que viviam na linha da pobreza". O senador agradeceu ainda a presença, na audiência, de representantes diplomáticos de 11 países, entre os quais os embaixadores de Rússia, Filipinas e Cuba.

Por sua vez, o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) ressaltou a importância da presença da população na segurança das fronteiras. Ele defendeu ainda a construção de uma "forte unidade" entre a universidade, o governo e as Forças Armadas, para defender o que chamou de um "grande projeto de nação".

Marcos Magalhães / Agência Senado

Fonte: Agência Senado.

Agentes da Polícia Civil da PB entram em greve a partir de sexta-feira.

Decisão foi tomada em assembleia nesta segunda-feira (24).
Policiais pedem aumento e questionam resolução do Conselho Superior.

Do G1 PB

Os agentes de investigação da Polícia Civil da Paraíba decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir da 0h da sexta-feira (28) em todo o estado. A votação aconteceu durante assembleia geral nesta segunda-feira (24) em João Pessoa, na sede da Associação dos Policiais Civis de Carreira (Aspol). De acordo com o presidente da categoria, Sandro Bezerra, delegados e peritos do Instituto de Polícia Científica não aderiram. Os agentes pedem reajuste salarial de 15%. A associação informou que vai divulgar nota à imprensa explicando quais serviços terão atendimento reduzido.

Além do aumento, o clima de instabilidade entre a categoria e o Governo do Estado é um dos motivos para a greve. Os debates começaram depois que a Aspol reagiu a supostos desvios de funções que estariam sendo cometidos por recomendação do Conselho Superior de Polícia Civil. Uma resolução publicada pelo órgão no Diário Oficial do Estado no dia 20 de outubro, por exemplo, determina que agentes e escrivães podem conduzir carros policiais, além de proibir que delegados atribuam a estes profissionais funções que são de responsabilidade da autoridade policial.

A medida causou revolta aos policiais associados à Aspol, que desde o começo do mês realizam a operação “Cumpra-se a Lei”. O objetivo é impedir policiais de exercerem atividades que não seriam específicas de suas funções, ao contrário das recomendações impostas pela resolução do Conselho Superior.

Como justificativa para a resolução, o delegado-geral da Polícia Civil, Severiano Pedro, explicou que as viaturas policiais não se caracterizam como veículos de emergência perante do Código Nacional de Trânsito, portanto não seria necessário um curso de direção em situação de risco. A lei exigiria apenas que o condutor seja habilitado na categoria ‘B’ da Carteira Nacional de Habilitação.

“Nós vamos entrar com uma ação na Justiça, solicitando a nulidade dessa resolução já que ela interfere na Lei Orgânica dos policiais, que determina que a viatura só poderá ser conduzida por um policial capacitado para dirigir em situações de risco. Enquanto a nulidade não for decretada nós iremos respeitar a resolução e cumprir as funções”, disse Sandro Bezerra, presidente da Aspol.

“Existem muitos atos de ilegalidade nessa resolusão que vão de encontro ao Código de Processo Penal e a Lei Orgânica,” completou o representante da categoria.

Severiano Pedro informou não ter conhecimento sobre uma possível paralisação e que as normas publicadas foram definidas pelo Conselho Superior da Polícia Civil com o objetivo de disciplinar as atribuições dos policiais que trabalham nas delegacias. O delegado disse ainda que novos armamentos chegarão para reforçar o trabalho dos policiais e que os trabalhos continuam sendo realizados normalmente.

Fonte: G1.