Deus dá liberdade aos Seus filho

Na liberdade que temos, damos o exemplo e não seguimos as más inclinações deste mundo

“Jesus perguntou: ‘Simão, que te parece: Os reis da terra cobram impostos ou taxas de quem: dos filhos ou dos estranhos? Pedro respondeu: ‘Dos estranhos!’ Então Jesus disse: ‘Logo os filhos são livres’” (Mateus 17, 25-26).

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Cid Gomes garante que vai se reunir com policiais civis do Ceará em greve.

Categoria realizou protesto durante inauguração de delegacia nesta segunda.
Após discursar, Cid Gomes foi conversar com grevistas.

Elias Bruno Do G1 CE

Governador Cid Gomes e o secretário de segurança pública do Ceará conversaram com policiais civis em greve após inauguração de delegacia nesta segunda-feira (17) (Foto: Elias Bruno/ G1)Governador Cid Gomes e o secretário de segurança pública do Ceará conversaram com policiais civis em greve após inauguração de delegacia nesta segunda-feira (17) (Foto: Elias Bruno/ G1)

Em conversa com representantes do sindicato dos policiais civis do Ceará (Sinpoci) na noite desta segunda-feira (17), o governador Cid Gomes (PSB) garantiu à categoria que irá recebê-los para uma reunião de negociações. “Marquem uma reunião com o coronel Bezerra (referindo-se ao secretário de segurança pública) que eu prometo que recebo”, afirmou Cid Gomes durante conversa com os policiais. O encontro ocorreu após a inauguração da nova delegacia da Polícia Civil no município de Eusébio, Região Metropolitana de Fortaleza.

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Os grevistas não se manifestaram durante a cerimônia de entrega do novo prédio, mas permaneceram apenas com uma faixa de protesto levantada. “Nosso manifesto é calado porque o governador também ficou em silêncio e não nos recebeu durante os 72 dias de suspensão da greve”, disse a presidente do Sinpoci, Inês Romero. A presidente alegou ainda que a categoria suspendeu a paralisação a pedido do governador que interveio no Ministério Público, mas ainda não recebeu uma proposta concreta do governo.

Após discursar, o governador foi, acompanhado do secretário de segurança, Coronel Francisco Bezerra, ao encontro dos policiais civis em greve, com quem conversou sobre as reivindicações da categoria. Foi solicitada ainda a realização de concurso público para inspetores. A questão foi também garantida pelo secretário de segurança pública, que assegurou a divulgação do edital até dezembro deste ano.

Grevistas não se manifestaram durante discurso do governador, mas permaneceram com uma faixa de protesto levantada (Foto: Elias Bruno/ G1)Grevistas não se manifestaram durante discurso do governador, mas permaneceram com uma faixa de protesto levantada (Foto: Elias Bruno/ G1)

Reivindicações

Os policiais civis do Estado do Ceará decidiram em assembleia na sexta-feira (14) retomar a greve, suspensa em 3 de outubro. Os sindicalistas exigem que o salário de um policial seja o equivalente a 60% do salário de delegado. Atualmente, o salário do policial representa 30% do salário de um delegado. O Governo do Estado argumenta que a reivindicação exigida é “impraticável”, já que o aumento seria de 100%. Representantes do governo defenderam em reunião na quinta-feira (13) que a reestruturação exigida pela categoria só pode ser realizada em 2012.

“Nos receba também, governador”

Um dos momento tensos da conversa foi quando Cid disse que já havia dado aumento para a categoria, afirmação que foi recebida com a indagação “que aumento, governador?” por parte dos manifestantes.A assessoria do Sinpoci esclareceu ao G1 que o aumento ao qual se referia Cid era o dos delegados e não dos policiais.

Outro destaque da conversa foi o pedido da presidente do sindicato, Inês Romero: “Você recebeu os professores quatro vezes, governador, nos receba também”. Inês se referia à greve dos professores da rede estadual de ensino, que durou 64 dias e foi suspensa na sexta-feira (7).

Fonte: G1.

domingo, 16 de outubro de 2011

Após perder maconha, rapaz pede para policial a devolução da droga.

Caso ocorreu em Pittsburgh, no estado da Pensilvânia.
'Eu pensei que você ia ser legal', disse jovem para policial.

Do G1, em São Paulo

Após perder um saquinho com maconha em Pittsburgh, no estado da Pensilvânia (EUA), o norte-americano Miles Bennett viu um policial achar a droga. Mas, em vez de ir embora, o jovem se aproximou do agente e perguntou se ele poderia lhe devolver a maconha.

Miles Bennett pediu para policial a devolução de maconha. (Foto: Reprodução)Miles Bennett pediu para policial a devolução de maconha. (Foto: Reprodução)

Bennett disse, em entrevista à emissora de TV "WPXI", que deixou cair acidentalmente a maconha do lado de fora de uma loja de conveniência na segunda-feira. Um policial acabou encontrando a droga. Bennett então se aproximou do agente e perguntou se ele poderia devolvê-la.

O jovem argumentou que havia apenas US$ 15 de maconha e era para consumo pessoal. "Eu pensei que você ia ser legal", afirmou Bennett, decepcionado com a decisão do policial Dwayne Ausbrooks, que se negou a lhe entregar a maconha.

Segundo a emissora, Bennett não foi preso porque o policial não o viu segurando a droga antes de deixá-la cair.

Fonte: G1.

MENSAGEM DA SEMANA: temos dado a Deus o que é de Deus? - Mt 22,15-21.

Preparação para a Leitura Orante

Preparo-me para a Leitura Orante, rezando:

Jesus, Mestre,

Que eu pense com a tua inteligência, com a tua sabedoria.
Que eu ame com o teu coração.
Que eu veja com os teus olhos.
Que eu fale com a tua língua.
Que eu ouça com os teus ouvidos.
Que as minhas mãos sejam as tuas.
Que os meus pés estejam sobre as tuas pegadas.
Que eu reze com as tuas orações.
Que eu celebre como tu te imolaste.
Que eu esteja em ti e tu em mim. Amém.

Preparo-me para a Leitura rezando ao Espírito com todos os que se encontram neste espaço:

Espírito de verdade, a ti consagro a mente e meus pensamentos: ilumina-me.

Que eu conheça Jesus Mestre e compreenda o seu Evangelho.

Leitura Orante
Mt 22,15-21

Os fariseus saíram e fizeram um plano para conseguir alguma prova contra Jesus. Então mandaram que alguns dos seus seguidores e alguns membros do partido de Herodes fossem dizer a Jesus:

- Mestre, sabemos que o senhor é honesto, ensina a verdade sobre a maneira de viver que Deus exige e não se importa com a opinião dos outros, nem julga pela aparência. Então o que o senhor acha: é ou não é contra a nossa Lei pagar impostos ao Imperador romano?

Mas Jesus percebeu a malícia deles e respondeu:

- Hipócritas! Por que é que vocês estão procurando uma prova contra mim? Tragam a moeda com que se paga o imposto!

Trouxeram a moeda, e ele perguntou:

- De quem são o nome e a cara que estão gravados nesta moeda?

Eles responderam:

- São do Imperador.

Então Jesus disse:

- Dêem ao Imperador o que é do Imperador e dêem a Deus o que é de Deus.

O que diz o texto do dia?

COMENTÁRIO 1

Leio na Bíblia, atentamente, o texto Mt 22,15-21.

A pergunta dos seguidores de Herodes é maliciosa. Tenta confundir Jesus. Trata-se, na verdade, de um jogo político. Pode ter conotação religiosa porque na moeda estava inscrito: "Tiberius Caesar divi Augusti filius Augustus". Jesus utiliza uma estratégia muito hábil, referindo-se à moeda. Com sua resposta revela a má intenção e a hipocrisia dos fariseus. Se eles reconhecem como legal a moeda, hão de concordar com o que nela está escrito: "A Deus o que é de Deus". O Mestre Jesus Cristo veios restabelecer a ordem de valores. Acima de qualquer poder político ou econômico está o poder de Deus.

COMENTÁRIO 2

Por cerca de três anos Jesus exerceu seu ministério na Galiléia e nas regiões gentílicas vizinhas. No momento oportuno, Jesus decide ir a Jerusalém por ocasião da festa da Páscoa dos judeus, onde se dá o confronto com sistema do Templo, que o levará à morte.

Após expulsar aqueles que comerciavam no Templo, denunciando que este Templo se tornara um covil de ladrões, dirige aos chefes dos sacerdotes e aos proprietários de terras as duras parábolas dos vinhateiros homicidas e a do banquete nupcial. Estas parábolas retratam o distanciamento destes chefes de Israel em relação a Deus. O clima é de um conflito com chefes dos sacerdotes, fariseus, e anciãos, que se amplia cada vez mais.

Jesus é assediado pelos chefes religiosos, que vêem nele um líder que ameaça o seu prestígio e poder. Não tendo o direito, sob a dominação romana, de condenar ninguém, eles procuram motivo para que Jesus seja condenado pelo próprio império romano. Estamos diante de uma trama para apanhar Jesus em alguma palavra.

Aos chefes religiosos juntam-se os herodianos. Estes eram adeptos da realeza, os aliados mais próximos e servis de Herodes, preposto de César. Dirigem-se a Jesus com um acúmulo de elogios que já deixam transparecer a falsidade. São palavras cheias de malícia. Pretendem remover qualquer inibição ou bloqueio de Jesus afim de que ele fale realmente o que pensa!

Perguntam se devem pagar o imposto a César. Esperavam uma resposta negativa, um ato de insubordinação, o que lhe mereceria a condenação por parte dos prepostos do império romano. A imposição de pesados impostos à Judéia já fora causa de uma revolta liderada por Judas, o Galileu, cerca de vinte e cinco anos antes.

Jesus, realmente, diz o que pensa: chama-os de hipócritas e denuncia sua maldade em procurar armar-lhe ciladas. Mais adiante (Mt 23,01-32) ele voltará a denunciar detalhadamente a hipocrisia destes chefes religiosos da Judéia. Jesus pede que lhe mostrem a moeda do imposto. Este devia ser pago em moeda romana, o denário. As moedas, correntes no comércio, eram os "out-doors" de propaganda do império, cunhadas com imagens e inscrições que exaltavam o imperador. De maneira pedagógica Jesus pergunta aos seus questionadores de quem é a figura e a inscrição na moeda. Diante da moeda cunhada com a cabeça de César e com a inscrição: "Filho Augusto e Divino", Jesus devolve a pergunta: "De quem é esta figura e a inscrição?". Com a confirmação de que é de César Jesus conclui: "Devolvei, pois, a César o que é de César e a Deus, o que é de Deus". À questão sobre o "pagar" Jesus responde com o "devolver".

A sutil resposta de Jesus, em primeiro lugar, separando Cesar de Deus, remove o caráter divino do imperador. César é diferente de Deus. César é a ambição do dinheiro e do poder. Deus é misericórdia, amor e vida. Libertar-se do dinheiro e comprometer-se com Deus, é o projeto de Jesus. Por outro lado Jesus, com sua resposta, devolve a questão aos seus provocadores. Cabe a eles julgarem o que é de César e o que é de Deus. Sem dúvida poderão perceber que devolver a César o que é de César é erradicar de suas mentes toda ambição de riqueza e a idolatria do dinheiro. Devolver a Deus o que é de Deus é libertar seu povo e promover-lhe a vida, o que é a verdadeira expressão do amor de Deus.

José Raimundo Oliva

COMENTÁRIO 3

Estamos na última semana da vida de Jesus. Ele atua como mestre no pórtico de Salomão ao oriente da esplanada do Templo. Seus inimigos estão à espreita para ver como apanhá-lo em suas palavras e, por isso, propõem diversas questões – que eram discutidas na época – com o intuito de ver seus conhecimentos e até de poder acusá-lo diante das autoridades por sua discrepância da Lei ou sua oposição às autoridades romanas.

Um destes episódios é o de hoje: “Mestre, sabemos que és verdadeiro e que, de fato, ensinas o caminho de Deus. Não te deixas influenciar pela opinião dos outros, pois não julgas um homem pelas aparências. Dize-nos, pois, o que pensas: É lícito ou não pagar imposto a César?”

É lícito significa se está de acordo com a Lei. Pagar o tributo a César seria, segundo os zelotas e os fariseus, dar dinheiro a um representante de um deus pagão. Seria manter o princípio de propriedade do Estado Romano sobre terras que Javé-Deus tinha dado a Israel a título inalienável.

Segundo os juristas romanos, o povo de Israel tinha unicamente o usufruto destas terras. Por isso, a taxação era uma escravidão evidente segundo o povo eleito.

Diante deste fato, a resposta se fosse favorável aos romanos atrairia o desprezo do povo sobre Jesus. Mas, se a resposta de Jesus fosse contrária ao pagamento do tributo, poderia ser causa suficiente para tratar Jesus como zelota e os herodianos acusá-lo-iam às autoridades – como realmente o fizeram – de impedir o pagamento do tributo a César (Lc 23,2).

Jesus pede a moeda onde estava escrita ao redor da efígie do César: César Tibério, do divino Augusto filho, ele mesmo Augusto Pontifice Máximo. A moeda foi cunhada em Roma – como todas as moedas em ouro ou prata. Todos, tanto fariseus como herodianos, usavam a moeda, o que era de fato aceitar o domínio de César. A tradução mais exata da resposta de Jesus seria: “Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”.

Sem dúvida, Jesus aponta para uma dívida que temos tanto com as autoridades civis como para com Deus:

1º – Ele estabelece uma clara distinção entre os deveres cívicos e os religiosos, não confundindo as áreas, mas separando-as.

2º – Toda autoridade da qual nos servimos – como se serviam do denário os judeus – tem origem divina, como Ele respondeu a Pilatos: “Nenhuma autoridade terias sobre mim se de cima não te fosse dada”. (Jo 19,11)

Deus quer ser representado na autoridade do homem, como diz Paulo, independentemente dessa autoridade ser boa ou má. Em Rm 3,1 afirma: “Não há autoridade que não proceda de Deus e as autoridades que existem foram por Ele instauradas”.

No mundo moderno não interrogamos Jesus sobre o tributo a César, mas interrogamos a Igreja sobre o Jesus que está mostrando ao mundo: O homem oprimido tem substituído a mensagem evangélica sobre o verdadeiro Jesus, Filho de Deus, Redentor e Salvador. Do Evangelho tomamos unicamente a mensagem sobre a justiça e igualdade. E a fé, fundamento da vida cristã, fica diluída em termos humanos. O homem substitui o Deus encarnado.

Em Jesus queremos ver um revolucionário e, na revolução, um remédio universal, uma redenção necessária embora dolorosa. Portanto, devemos favorecê-la e acompanhá-la com ilusão e até propagá-la como remédio dos males modernos. Da frase eu vim evangelizar os pobres reduzimos o Evangelho a uma simples conclusão de semelhante afirmação. O resto da boa notícia não interessa.

É por isso que os milagres de Jesus ou são silenciados ou são negados e, entre eles, a Ressurreição. A vida eterna do Evangelho é traduzida como vida melhor na terra por uma repartição mais justa das riquezas. O sobrenatural é substituído pelo natural. O pão de cada dia desloca o Pão Eucarístico necessário para a verdadeira vida.

A política tem tomado o lugar da religião. Damos a César o que é de César. Mas não damos a Deus o que é de Deus, embora esse Deus moderno seja o grande arquiteto que anula o Cristo do qual temos recebido o nome. A fé se reduz a uma ideia mais conforme com a filosofia natural do que com a dos versículos dos Evangelhos.

Temos que nos perguntar se damos a Deus o que é de Deus. Porque, embora sabendo que Ele é o verdadeiro Senhor de nossas vidas, muitas vezes O temos relegado a um segundo plano quando nos declaramos independentes ou buscamos nosso próprio bem, no lugar da vontade que é absoluta no céu e que deveria ser também soberana na terra, como rezamos no Pai Nosso.

Padre Bantu Mendonça

O que o texto me diz?

Qual lugar Deus ocupa na minha vida? Faço uma lista a partir das prioridades da minha vida. Assim,

1o. lugar: ..............................................................................................

2o. lugar: .............................................................................................

3o.lugar: ..............................................................................................

Onde está Deus? Se não estiver no 1o. lugar, e presente em todos os outros momentos, alguma coisa está errada e deve ser revista.

Jesus não se deixou enganar. Quem coloca Deus e o imperador no mesmo nível, engana-se.

A resposta de Jesus "Dêem ao Imperador o que é do Imperador e dêem a Deus o que é de Deus" colocou os pingos nos "is". Não era mal pagar o tributo ou os impostos, mas a Deus também se deve a adoração e o reconhecimento de seu lugar, Senhor de todas as criaturas.

Os bispos, em Aparecida, recordaram:

"A importância única e insubstituível de Cristo para nós, para a humanidade, consiste em que Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida. "Se não conhecemos a Deus em Cristo e com Cristo, toda a realidade se torna um enigma indecifrável; não há caminho e, ao não haver caminho, não há vida nem verdade", disse Bento XVI. No clima cultural relativista que nos circunda, onde é aceita só uma religião natural, faz-se sempre mais importante e urgente estabelecer e fazer amadurecer em todo o corpo eclesial a certeza de que Cristo, o Deus de rosto humano, é nosso verdadeiro e único salvador." (DAp 22).

O que o texto me leva a dizer a Deus?

Rezo, espontaneamente, com salmos ou outras orações e concluo com toda Igreja a Oração Missionária 2011

Deus Pai,
Criador do céu e da terra,
Enviai, por meio do vosso Filho,
O Espírito que renova todas as coisas,
Para que, no respeito e cuidado com a natureza,
Possamos recriar novos céus e nova terra,
E a Boa-Nova, que brilhou na Criação,
Seja conhecida até os confins do universo.
Amém.

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?

Meu novo olhar é para reconhecer o lugar de Deus acima de tudo na minha vida.

Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós.

Bênção

- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Ir. Patrícia Silva, fsp

Fonte: Paulinas e Canção Nova.

sábado, 15 de outubro de 2011

Detento tenta fugir do presídio e acaba morto no Recife.

Ele teria sido baleado pelos agentes de segurança quando já estava na rua.
Outros dois presos também conseguiram fugir, mas foram recapturados.

Do G1 PE, com informações do NETV

Uma tentativa de fuga no Presídio Aníbal Bruno, no Recife, terminou com a morte de um detento, na madrugada deste sábado (15). O preso, que cumpria pena por tráfico de drogas, teria sido baleado pelos agentes de segurança quando já estava na rua.

De acordo com a polícia, outros dois presos também conseguiram fugir do presídio, mas foram recapturados pelos agentes.

Fonte: G1.

STJ resiste em transmitir sessões ao vivo pela internet.

Débora Zampier
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A maioria dos tribunais superiores brasileiros começou, na última década, a investir na transmissão ao vivo de julgamentos pela internet, TV ou rádio. A ideia era seguir o mesmo padrão de transparência alcançado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que começou a transmitir suas sessões ao vivo em 2003. O Superior Tribunal de Justiça (STJ), no entanto, resiste em avançar além da exibição de matérias jornalísticas, embora esteja apto a transmitir em tempo real tudo o que ocorre lá dentro.

No total, 41 câmeras registram os órgãos julgadores, auditório e salas de conferências e de audiências do STJ. Hoje, esse material é transmitido ao vivo, na íntegra, mas apenas para os funcionários do STJ, no sistema fechado da intranet. De acordo com assessoria do tribunal, os ministros nunca deliberaram sobre a possibilidade de tornar o sinal público. No entanto, cinco ministros ouvidos pela Agência Brasil admitem que o assunto já foi debatido informalmente e que o projeto foi deixado de lado devido à resistência de alguns ministros de se expor, especialmente em temas polêmicos.

Uma das alternativas citadas pelos ministros para contornar essa situação é a edição das transmissões para evitar a divulgação de discussões ao vivo, uma das principais críticas ao modelo atual do STF. Outra ala, porém, defende a divulgação sem cortes, já que os julgamentos são públicos e qualquer pessoa pode ter acesso aos debates das turmas e seções se comparecer ao STJ.

Um dos ministros diz que a impopularidade de algumas decisões, como as recentes anulações de operações da Polícia Federal, pode ser uma barreira para as transmissões ao vivo. A influência de políticos e empresários que respondem a ações na corte, a maioria tratada em sigilo, também colaboraria para que os assuntos ficassem restritos ao tribunal.

As transmissões pela intranet começaram em 2004 no STJ, mas o processo só foi concluído em 2008. O registro das sessões mobiliza hoje 20 funcionários, que ficam alocados na Seção de Multimídia, criada especialmente para essa finalidade. O serviço não é terceirizado porque, segundo a assessoria do tribunal, as transmissões são consideradas uma atividade fim – auxiliar o trabalho dos gabinetes.

Em abril do ano passado, uma parceria entre o STJ e o STF foi firmada para permitir a transmissão dos julgamentos do STJ ao vivo em um canal digital. A ideia era que as transmissões começassem no mês seguinte, mas isso não se confirmou. A transmissão das sessões era um dos objetivos na gestão 2008/2010, mas, no planejamento estratégico feito no ano passado, que deve vigorar até 2014, não há qualquer menção ao assunto.

De acordo com o STJ, há um projeto para transmissão de julgamentos futuramente, mas sua execução depende de deliberação e de alterações no regimento interno.

Edição: Lana Cristina

Fonte: Agência Brasil.

Policiais flagrados em MT fazendo sexo com travesti são expulsos da PM.

Dois PMs estavam em horário de expediente e em um parque.
Eles foram pegos por outros policiais que faziam rondas na região.

Kelly Martins Do G1 MT

Dois policiais militares de Cuiabá pegos em flagrante fazendo sexo oral com um travesti, no horário de expediente, foram expulsos da corporação. O cabo da Polícia Militar e o soldado estavam na viatura policial, no Parque Zé Bolo Flor, na região do Coxipó, quando foram vistos por outros policiais que faziam rondas no local. A expulsão foi publicada no Diário Oficial do Estado de Mato Grosso de quinta-feira (13). O fato ocorreu no dia 19 de março.

Na madrugada do dia 19 de março, ao perceberem uma viatura policial em atitude suspeita, os policiais se aproximaram para checar a situação. Isso porque, o cabo da PM estava aguardando do lado de fora do veículo enquanto o soldado fazia sexo com o travesti.

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A Corregedoria da Polícia Militar instaurou procedimento administrativo para apurar o caso e entendeu que os dois cometeram os crimes de desobediência incluindo prevaricação e corrupção passiva, previstos no Código Penal Militar. “De maneira que os disciplinados não reúnem condições para permanecer na Polícia Militar do Estado de Mato Grosso”, consta trecho do documento.

O fato ocasionou ainda abertura de ação penal que está em tramitação na 11ª Vara Criminal Especializada da Justiça Militar de Cuiabá. De acordo com o Comando Geral da PM, os dois policiais retardaram ações de ordem policial na medida em que deixaram de atender a sociedade por meio do policiamento ostensivo ao qual estavam determinados a cumprir, “para satisfazer interesses de ordem pessoal, desrespeitando regras sociais em local público”.

Fonte: G1.

PMDF distribui panfleto polêmico e Câmara manda recolher material.

Em cartilha sobre segurança feita para o Batalhão da Esplanada, dois negros assaltam um branco

Edson Luiz

O desenho criticado pelo movimento negro traz dicas de como agir em assaltos

O desenho criticado pelo movimento negro traz dicas de como agir em assaltos

Um panfleto distribuído pela Polícia Militar do Distrito Federal na rodoviária e no metrô de Brasília vem gerando polêmica, principalmente entre afrodescendentes. O documento é uma espécie de orientação aos passageiros sobre cuidados para evitar roubos e furtos no local e seria um excelente manual de utilidade pública se, no item como agir em caso de assalto, a ilustração não fosse dois negros armados abordando uma pessoa branca. O material foi produzido pela área de Comunicação Social da corporação para o Batalhão Esplanada, que é sediado nas dependências da Câmara dos Deputados. Ao ser informado, o presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), pediu o recolhimento do folheto, o que foi feito ontem à tarde pela PM.

A informação sobre a existência do folheto foi dada à ouvidoria da Câmara por um professor universitário. Imediatamente, a Presidência pediu ao comando da PMDF que tirasse o material de circulação para não associar sua divulgação à Casa. Na cartilha Previna-se contra furto e roubo a pedestre na rodoviária, há informações para que os usuários ajudem a corporação a fazer a segurança do local, sugerindo dicas de como manusear dinheiro, usar celular, portar-se em lugares com pouca iluminação, entre outras. Além disso, há explicações sobre o que é furto — subtração de um bem sem o emprego da violência — e roubo —quando o crime é cometido mediante ameaças.

Mas o que causou a reação do movimento negro e a retirada do folheto de circulação foi a orientação sobre como agir em um assalto. A ilustração mostra dois supostos assaltantes de cor negra, usando boné e revólver. A vítima é uma pessoa branca, calva, vestida de terno e portando uma maleta executiva. O material foi retirado de circulação pela própria PMDF. “Todos os panfletos já foram recolhidos após a determinação”, informou o tenente Gerson de Lima Almeida, oficial de dia no posto da corporação.

Fonte: Correio Braziliense.