Deus dá liberdade aos Seus filho

Na liberdade que temos, damos o exemplo e não seguimos as más inclinações deste mundo

“Jesus perguntou: ‘Simão, que te parece: Os reis da terra cobram impostos ou taxas de quem: dos filhos ou dos estranhos? Pedro respondeu: ‘Dos estranhos!’ Então Jesus disse: ‘Logo os filhos são livres’” (Mateus 17, 25-26).

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Pronasci é apresentado no México como referência internacional.

30/08/2010 - 18:51

Brasília, 30/08/2010 (MJ) - A 1ª Conferência Mundial da Juventude (CMJ), realizada na cidade de León, entre os dias 23 e 27 de agosto, no México, teve uma importante participação do Brasil em mesa-redonda realizada pela Unesco. O tema da mesa, realizada no dia 26 de agosto, foi a prevenção da violência na juventude onde alguns projetos brasileiros foram apresentados pela Organização.

Além do programa “Abrindo Espaços”, que promove a abertura de escolas nos finais de semana para atividades recreativas e de lazer e do projeto Criança Esperança, da TV Globo, foi apresentado o Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania).

O programa do Ministério da Justiça atende aos jovens de 15 a 24 anos, que representam quase um quarto da população mundial e quase metade dos desempregados, segundo o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA, na sigla em inglês). De acordo com o representante da Unesco no Brasil, Vincent Defourny, “a experiência do Ministério da Justiça constitui uma referência internacional relevante para os participantes do encontro”. O secretário executivo do Pronasci Ronaldo Teixeira apresentou o programa no México.

Nesta segunda-feira (30), Teixeira apresentou uma conferência na Universidad Nacional Autônoma de México. O representante do MJ participou, ainda, de reunião com o Subsecretário de Prevenção e Participação Cidadã da Secretaria de Segurança Pública Federal do México, com o objetivo de trocar experiências.

Durante sua visita no México, o secretário conheceu o Centro de Arte y Cultura Volador, na cidade do México. O espaço tenta unir jovens de diferentes classes sociais por meio da cultura. O projeto é um caso de sucesso na prevenção de violência entre a juventude mexicana.

Fonte: Ministério da Justiça.

Polícia investiga assassinato de sargento da PM em Maracaçumé.

30/08/2010 - 18:19

Delegado Murilo Tavares acredita que a morte do PM tenha sido crime de pistolagem.

Secom/Governo do Estado

SÃO LUÍS - A Polícia Civil já iniciou às investigações do homicídio que vitimou o sargento Francisco do Espírito Santo Cardoso, da Polícia Militar, ocorrido em Maracaçumé, município da Regional de Zé Doca. O crime aconteceu na manhã desta segunda-feira (30), por volta de 9h30. O militar foi morto com um tiro nas costas, próximo ao Quartel da PM, onde trabalhava.

Segundo informações do delegado de Maracaçumé, Murilo Tavares, que investiga o caso, quatro homens armados, sendo dois em uma motocicleta e outros dois em veículo Astra, cor branca, organizaram um suposto assalto em uma loja localizada próximo ao quartel da PM.

O delegado disse que o assalto foi apenas para chamar atenção dos policiais, e assim facilitar a execução do plano. O sargento Cardoso saiu do quartel para atender uma ligação, e, nesse momento, foi surpreendido com um tiro nas costas e morreu ainda no local.

Segundo informações de moradores da área, os dois bandidos que estavam no carro davam cobertura aos dois da motocicleta, para que o plano surtisse efeito. A polícia acredita que tenha sido crime de pistolagem.

- Estamos na busca dos acusados que cometeram esse crime, com características de pistolagem, para efetuarmos a prisão dos envolvidos e elucidarmos o caso. As polícias estão trabalhando para que esse caso se resolva o mais rápido possível - afirmou o delegado Murilo.

O veículo Astra foi abandonado num matagal nas proximidades do local onde o crime aconteceu o crime, e já foi levado para a Delegacia de Maracaçumé. O sargento Francisco Cardoso tinha 44 anos e havia sido integrado na corporação da Polícia Militar desde o ano de 1987.

Fonte: Imirante.com.

Leia também:

Sargento da PM é assassinado a tiros na cidade de Maracaçumé

domingo, 29 de agosto de 2010

Crack motiva um em cada quatro crimes no DF.

29/08/2010 – 08:06

Estimativa da Secretaria de Segurança Pública revela que 27% dos crimes registrados nas delegacias, no primeiro trimestre de 2010, estão associados ao tráfico, especialmente do subproduto da cocaína. Grupo voltado ao desenvolvimento de ações contra a droga se reúne a partir de terça-feira.

O comerciante André Augusto*, 31 anos, convive com o medo. Responsável por uma padaria de uma quadra do fim da Asa Norte, incorporou à rotina diária a insegurança e a angústia. Assim como ele, quase todos os vizinhos de comércio carregam pelo menos uma história de violência no último ano. A maioria delas por conta de ações de bandidos ligados ao tráfico e ao uso de drogas. “Aqui, todo mundo trabalha com medo. Fecho às 21h. Não tenho coragem de trabalhar depois desse horário. Na hora de fechar, coloco meu carro em um lugar estratégico, tranco tudo e saio logo daqui”, contou.

O crack aparece como o principal vilão para tal comportamento. O consumo das pedras traumatiza e assusta os candangos. Assaltos, ameaças e até mortes relacionados ao entorpecente de alto poder de destruição se tornaram rotina em uma capital atormentada pelo aumento da criminalidade. Estimativa da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) revelou que 27% dos crimes registrados nas delegacias estão associados ao tráfico de drogas, principalmente do crack. “É preocupante”, resumiu o subsecretário de Planejamento e Capacitação da SSP-DF, coronel Washington Rodrigues Lima.

A porcentagem se refere à análise do total de ocorrências do primeiro trimestre deste ano e à tendência de piora do problema. Provocou ainda o I Simpósio sobre Métodos de Enfrentamento à Disseminação do Crack, realizado na semana passada no auditório do Ministério Público do DF. O subsecretário foi o mediador do encontro, que procurou sensibilizar a sociedade brasiliense sobre a gravidade da situação. Participaram diversas secretarias de Estado, entre elas Segurança, Saúde e Educação, ONGs e representantes da imprensa.

As discussões serviram para a criação de um grupo de trabalho voltado para o desenvolvimento de estratégias e organização de ações integradas contra o crack. Há representantes dos poderes Executivo e Judiciário locais, do Ministério Público do DF e de entidades sociais. A primeira reunião tem data marcada: terça-feira. “O uso do crack já provocou dois fenômenos na capital do país. O primeiro é a substituição da cola, da merla, da cocaína e até da maconha por essa droga. O outro é a associação dos viciados com outras modalidades criminosas para manter o vício”, explicou o coronel Lima.

Outra dificuldade relacionada ao flagelo desse subproduto da cocaína aparece nas ruas de Brasília e de cidades como Taguatinga e Ceilândia. É cada vez mais comum a cena de grupos de homens, mulheres e crianças reunidos em torno do crack. Usam latinhas de alumínio como cachimbo para inalar a fumaça produzida pela queima das pedras. “Efetivamente, a coisa está se banalizando, com o uso das pedras até durante o dia. Já se vê como uma epidemia. E temos de pensar em uma estratégia integrada de combate”, defendeu o subsecretário de Planejamento e Capacitação da SSP-DF.

O Correio flagrou o consumo na área central do Plano Piloto. Entre 16h30 e 17h30 da última quinta-feira, a equipe de reportagem acompanhou o tráfico e o uso da droga no vão entre a Rodoviária do Plano Piloto e a estação de metrô do terminal rodoviário. Enquanto jovens de mochilas negociavam as pedras no gramado logo acima do local, meninos maltrapilhos se entregavam ao vício na parte mais abaixo. Faziam o uso do entorpecente sem se importar com o vaivém das pessoas próximas aos vidros da estação. No fim da tarde de sexta-feira, um homem vestido de calça e camisa sociais fazia o mesmo.

Mudança de rotina

O aumento da relação entre drogas e criminalidade se reflete na rotina da população. Nas quadras residenciais do fim da Asa Norte e mais próximas da W3, onde se concentra o problema do crack, comerciantes e moradores criam sistemas próprios para não se tornarem vítimas de assaltos e ameaças. O gerente de padaria André Augusto baixa as portas às 21h, uma hora antes do horário habitual. Depois de sofrer dois furtos em 2009, passou a observar tudo ao redor. “Estou sempre atento a tudo. Já chego para trabalhar às 5h30 observando tudo o que posso. Esse é o meu dia a dia estressante”, afirmou.

Do outro lado da rua, outro responsável por padaria reclama da situação. O último assalto ocorreu neste ano por volta das 21h30 de um dia de semana. O dono estava no caixa e se viu diante de três bandidos armados. Não reagiu e entregou todo o dinheiro. “A gente trabalha sempre apreensivo. Vai com a cara e com a coragem”, explicou Ana Paula*, mulher da vítima. Segundo ela, a ansiedade e a insegurança aumentam a partir das 19h. “Depois disso, não se trabalha mais com calma. É a hora em que a noite cai e não se vê mais policiamento”, denunciou.

A comerciante Ana Paula acrescentou que há policiamento regular na quadra comercial — feito por duplas de policiais militares — até as 16h. A falta de proteção do governo obrigou a família a encerrar a atividade diária meia hora antes aos fins de semana. Também pensa em instalar sistema eletrônico de segurança e contratar seguranças privados. “O problema ainda aumenta no fim de semana, quando não tem polícia e fica tudo muito deserto”, disse. Lotéricas e drogarias locais também sofreram ações recentes de bandidos, a maioria associada ao tráfico e ao uso de drogas.

O medo também atinge a Asa Sul. A publicitária Janaína*, 29 anos, mudou a rotina para não ficar exposta a possíveis assaltos e sequestros relâmpagos. A moradora da 109 Sul sai mais cedo do trabalho para deixar o carro em uma vaga mais próxima à guarita do prédio. Deixa muitas vezes de sair à noite para não ficar sem um espaço para estacionar na volta para casa. “Está tudo bastante complicado por aqui. A gente ouve de casa barulho de briga e discussão. Já tomei um susto pela manhã, quando um homem veio me pedir dinheiro e estava bastante alterado”, comentou.

* Os nomes são fictícios a pedido dos entrevistados

Povo fala

Como você sente-se sabendo que a droga e, principalmente o crack, tem provocado o aumento da violência no DF?

Teodora Divina da Cunha, 47 anos, professora

“Dói muito ver seres humanos, como nós, nessa situação. Eles não têm culpa, somos os maiores culpados. Todo dia a gente vê notícia de que prenderam um traficante. Se transformassem esses bens todos que os bandidos levam em uma clínica — porque Brasília não tem, está toda desprovida —, o Brasil teria outro rumo. A rede pública não tem psiquiatra. É muito triste. Essas pessoas não têm condições de pagar R$ 250 de consulta, sem falar na fila, que é imensa”

Lucas Miranda, 18 anos, estudante

“É uma tristeza porque vejo que é uma fuga da realidade. O sistema não tem estrutura para a pessoa que está em uma situação de muita desigualdade. O governo não tem projetos sociais para tirar essas pessoas das drogas. Por que um delinquente se droga? Para desviar do frio? Para disfarçar a fome? O Estado não dá moradia, não dá as necessidades básicas. Uma pessoa que utiliza drogas para disfarçar a fome, se ela não tem dinheiro, é claro que ela vai para o crime”

Marielle de Souza Santos, 18 anos, estudante

“Quando a pessoa está viciada, ela perde a cabeça e não tem noção das coisas. Ela tem de procurar um profissional na área, porque eu acho que mexer com crack é uma doença, ela não consegue sair. A gente tem que fazer o possível para ajudar a pessoa. Eu me sinto solidária se a pessoa quer sair do crack, mas, se ela não quer sair, eu me sinto contrariada. Se a pessoa me assalta para alimentar o vício dela, eu me sinto indignada”

Jakson Silva, 19 anos, estagiário

“Eu não tenho dó, porque é uma escolha da própria pessoa. Antes de ela ficar viciada, ela tinha consciência de si própria, e, se está nesse caminho, é porque quis. Eu acho que, se ela escolheu essa decisão que a levou a essa situação, foi ela que fez isso por conta própria”

Fonte: Correio Braziliense.

Polêmica sobre porte de armas longe do fim.

Ana Paula Siqueira BRASÍLIA

Depois de quase sete anos após sua aprovação, o Estatuto do Desarmamento ainda provoca polêmicas e está longe de ser um tema de consenso no país. Apenas na Câmara dos Deputados tramitam 58 propostas de alteração do texto. Quase a metade prevê aumento das categorias que poderiam ser autorizadas a andar armadas. Quem é contra o desarmamento quer que esse direito seja estendido a todos os cidadãos.

Já os defensores lutam para que as propostas não sejam rejeitadas.

Entre as categorias que podem vir a ter direito ao porte de arma estão advogados, educadores sociais, taxistas, guardasparque, guardas municipais de cidades com até 50 mil habitantes, agentes de segurança socioeducativos e conselheiros tutelares.

Para o diretor do Instituto Sou da Paz, Denis Mizne, uma das principais contribuições do Estatuto foi justamente restringir o porte de armas. E afirma que o número de homicídios é proporcional ao de armas nas ruas: – A ideia de ampliar o porte para as categorias é completamente equivocada e perigosa. Tem um conjunto de absurdos que, em nosso ponto de vista, só se justifica para atender a indústria de armas que perdeu clientes com o Estatuto.

Estudo do Sou da Paz mostra que 150 mil armas estão nas mãos de colecionadores.

Outras 91 mil são usadas pelas empresas de segurança. Dessas, 22 mil foram roubadas, furtadas ou extraviadas desde que o Estatuto entrou em vigor, em 2003.

Contra as restrições O diretor da Associação Nacional dos Proprietários e Comerciantes de Armas (ANPCA), Leonardo Arruda, critica o fato de que apenas algumas categorias possam ter direito ao porte de armas.

Ele acredita que deva haver critérios que impeçam pessoas “desequilibradas” ou “desonestas” de possuírem armas. Contudo, discorda da proibição generalizada.

– A lei é extremamente rígida, tudo é proibido. As categorias profissionais ficam lutando para ter esse direito – critica. – Pessoas que transportam dinheiro para um banco podem usar armas, mas um cidadão que leva sua família, que é o seu bem mais precioso, não.

Atualmente, somente quem provar a necessidade de ter uma arma, desde que comprovada sua idoneidade, pode obter o porte. É necessário, entre outros, apresentar certidões negativas com relação a antecedentes criminais, ocupação lícita e residência fixa.

Apenas integrantes das Forças Armadas, agentes de segurança pública e privada, auditores da Receita Federal, auditores-fiscais do Trabalho, agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e do Departamento de Segurança do Gabiente de Segurança Insitucional da Presidência da República e guardas municipais de cidades com mais de 50 mil habitantes pode ter porte de arma, assim como colecionadores e praticantes de tiro.

Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indica que as mortes causadas por armas de fogo estão caindo desde que o Estatuto entrou em vigor.

Com base no Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, a pesquisa mostrou que, em 2003, foram 39.325 mortes por armas de fogo. Em 2007, foi registrada queda de 10,8%, com pouco mais de 35 mil mortes.

Fonte: Jornal do Brasil.

Narcocartéis espalham terror no México.

28/08/2010

Em atos mais afeitos a grupos terroristas, o narcotráfico mexicano respondeu com carros-bomba, novas chacinas e o desaparecimento de um promotor à pressão do governo pelo massacre de 72 imigrantes ilegais, na última segunda-feira.

Dois carros-bomba explodiram ontem em Ciudad Victoria -capital do Estado de Tamaulipas, o mesmo de San Fernando, onde foram encontrados os corpos. Um deles provocou danos materiais na sede local da emissora Televisa, a maior do país.

O episódio foi interpretado como uma tentativa de intimidar a mídia local.

Segundo o presidente mexicano, Felipe Calderón, o promotor Roberto Jaime Suárez, que investigava o massacre de San Fernando, está desaparecido há dois dias.

Ele chegou a ser declarado morto, após dois corpos terem sido encontrados em uma estrada, mas depois a notícia foi desmentida por Calderón.

Também ontem, foram encontrados mais oito corpos em Ciudad Juárez e 14 em diferentes lugares de Acapulco -alguns, segundo a polícia, vendados e cobertos por um papelão com mensagens intimidatórias (não divulgadas) a cartéis de drogas rivais.

Calderón admitiu que a narcoviolência tende a aumentar: "A única maneira de detê-los [traficantes] é com a força pública, o que vai trazer, ao menos no curto prazo, também violência".

VÍTIMAS

Até ontem, as autoridades informaram ter identificado 31 dos 72 imigrantes -um brasileiro (de identidade não divulgada), 14 hondurenhos, 12 salvadorenhos e quatro guatemaltecos.

Investigadores sob forte proteção policial estão comandando a apuração.

A chacina, uma das maiores já registradas na guerra do tráfico do país, é atribuída ao cartel Zetas, segundo relatos do único sobrevivente da tragédia, o equatoriano Freddy Lala Pomavilla.

A suspeita é que os imigrantes, que tentavam cruzar a fronteira para os EUA, morreram por terem se recusado a trabalhar para o cartel.

Mas um parente de um dos guatemaltecos mortos disse ter recebido, no fim de semana, telefonema com pedidos de resgate.

Pomavilla permanecia internado ontem, com ferimentos à bala na garganta. O presidente do Equador, Rafael Correa, disse que quer "trazê-lo de volta ao país o mais rápido possível".

A chacina de imigrantes recebeu condenações da ONU e da OEA (Organização dos Estados Americanos).

Desde 2006, quando Calderón intensificou o combate ao tráfico, 28 mil pessoas morreram no país em episódios de narcoviolência.

Fonte: Folha de São Paulo apud Federação Nacional dos Policiais Federais.

Realizada operação de combate ao tráfico de drogas no Maranhão.

29/08/2010 - 08:30

A operação de combate ao tráfico de drogas “Boca Fechada", realizada durante todo o sábado (28) em Imperatriz, Caxias e São Luís, teve a particiação de 750 policiais, 167 viaturas, três helicópteros e três ambulâncias. Segundo informações da Segurança Pública (SSP) 68% dos crimes no Maranhão têm ligação direta com o tráfico de drogas.

A operação "Boca Fechada" contou com a parceria entre as polícias militar, civil e federal, que trabalharam juntas no cumprimento do mandado de prisão a 22 traficantes, além da busca e apreensão de drogas em 75 pontos nas três cidades. Alicates gigantes foram usados para quebrar cadeados nas bocas de fumo.

A Secretaria de Estado de Comunicação (Secom) acompanhou a equipe 45 da polícia federal, responsável pelo ponto de droga localizado na segunda travessa da Rua Nova, bairro Camboa. De acordo com vizinhos, o dono do ponto de bebidas Mercadinho São José havia saído meia hora antes e nenhuma droga ou vestígios foram encontrados.

Durante as buscas, a polícia sempre solicita a duas pessoas que estejam próximas ao local a participação como testemunhas do trabalho. 

Responsável pela ação na Camboa, a delegada Fabribi Zacaron Santos explicou que o inquérito da Operação faz parte do requerimento da Polícia Civil, pois a partir de indícios mínimos o mandado de busca foi expedido pelo juiz competente. Sobre o horário incomum para esse tipo de ação, ela explica: “O horário foi para desmistificar a idéia que a polícia só trabalha pela noite”.

De acordo com o secretário da SSP, Aluísio Mendes, o saldo geral da operação será oficialmente divulgado na segunda-feira (30).

No entanto, ja se sabe quem em Caxias foram apreendidas duas armas e meio quilo de droga, e uma pessoa foi detida. Já em Imperatriz, a operação fez a apreensão de 4 kg de drogas, duas armas e oito pessoas foram presas. 

“Essa operação é a primeira de uma série que nós vamos integrar até o final do ano”, informou Aluísio Mendes.

Fonte: Governo do Maranhão.

Leia mais sobre esta matéria no Imirante.com, no Jornal O Estado do Maranhão, no Jornal Pequeno e no Jornal O Imparcial.

Veja o resultado da operação

MENSAGEM DA SEMANA - Ocupemos o nosso lugar: somos servos - Lc 14,1.7-14.

Preparação para a Leitura Orante

- A nós, a paz de Deus, nosso Pai, a graça e a alegria de Nosso Senhor Jesus Cristo, no amor e na comunhão do Espírito Santo.

- Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!

Preparo-me para a Leitura, rezando:

Jesus Mestre, Sois o Mestre e a Verdade: iluminai-nos, para que melhor compreendamos as Sagradas Escrituras.

Sois o Guia e o Caminho: fazei-nos dóceis ao vosso seguimento.

Sois a Vida: transformai nosso coração em terra boa, onde a Palavra de Deus produza frutos abundantes de santidade e missão.

(Bv. Alberione)

Leitura Orante

Num sábado, Jesus entrou na casa de certo líder fariseu para tomar uma refeição. E as pessoas que estavam ali olhavam para Jesus com muita atenção.

Certa vez Jesus estava reparando como os convidados escolhiam os melhores lugares à mesa. Então fez esta comparação:

- Quando alguém convidá-lo para uma festa de casamento, não sente no melhor lugar. Porque pode ser que alguém mais importante tenha sido convidado. Então quem convidou você e o outro poderá dizer a você: "Dê esse lugar para este aqui." Aí você ficará envergonhado e terá de sentar-se no último lugar. Pelo contrário, quando você for convidado, sente-se no último lugar. Assim quem o convidou vai dizer a você: "Meu amigo, venha sentar-se aqui num lugar melhor." E isso será uma grande honra para você diante de todos os convidados. Porque quem se engrandece será humilhado, mas quem se humilha será engrandecido.

Depois Jesus disse ao homem que o havia convidado:

- Quando você der um almoço ou um jantar, não convide os seus amigos, nem os seus irmãos, nem os seus parentes, nem os seus vizinhos ricos. Porque certamente eles também o convidarão e assim pagarão a gentileza que você fez. Mas, quando você der uma festa, convide os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos e você será abençoado. Pois eles não poderão pagar o que você fez, mas Deus lhe pagará no dia em que as pessoas que fazem o bem ressuscitarem.

O que diz o texto do dia?

Leio atentamente o texto: Lc 14,1.7-14, e observo pessoas. Procuro compreender o ensinamento de Jesus Mestre.

Mais um convite a Jesus para um banquete no sábado. Nestes banquetes, o protocolo designava rigorosamente os lugares. A história contada por Jesus fala das conseqüências das escolhas.

Quem escolhe o primeiro lugar pode se dar mal, dado que este lugar já deve estar designado para outra pessoa "mais importante". Jesus, reparando que os convidados escolhiam os melhores lugares, quis dizer que quem se exalta será humilhado e quem se humilha será engrandecido. É assim que o Mestre vai formando os discípulos para as atitudes que lhes convém.

O que o texto diz para mim, hoje?

Minha vida reflete o que o texto diz ou há contradições? Na comunidade da qual participo é assim que as pessoas se relacionam ou há disputa de poder, pessoas que buscam fazer carreira? Que lugar ocupo eu?

A Conferência de Aparecida nos recorda: "O anúncio de Jesus sempre convoca o discípulo à conversão, que nos faz participar do triunfo do Ressuscitado e inicia um caminho de transformação." (DAp 351).

O que o texto me leva a dizer a Deus?

Meu coração já está em sintonia com o coração de Jesus.

Vivo este momento em silêncio. Depois, concluo: Espírito vivificador, a ti consagro o meu coração: aumenta em mim o amor a Jesus e aos irmãos.

Faze-me sentir filho amado do Pai. Amém.

Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós.

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?

Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus. Vou eliminar do meu modo de pensar e agir aquilo que não vem de Deus, que não é conforme o Projeto de Jesus Mestre.

Bênção

- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.

- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.

-Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.

- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

COMENTÁRIO 1

Dentre os quatro evangelistas, Lucas é o único que, por três vezes (Lc 7,36; 11,37; 14,1), menciona refeições de Jesus em casa de fariseus. Esta refeição é ocasião de ensinamentos de Jesus.

Neste contexto, Lucas apresenta duas parábolas, cada uma com destinatário próprio. A primeira é dirigida aos convidados em geral, e a segunda é dirigida ao anfitrião.

Jesus conta a primeira parábola aos convidados que escolhiam os primeiros lugares. Aquele que ocupou o primeiro lugar teve que cedê-lo a um amigo mais importante do dono da casa. Aquele que ocupou o último lugar foi convidado para um lugar melhor. Em conclusão à sentença-chave: quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado. É um tema precioso para Lucas, já presente no Cântico de Nossa Senhora (Lc 1,51-52), e perpassa todo o seu Evangelho. O não se precipitar em ocupar os primeiros lugares em momentos solenes era regra comum de boas maneiras nas várias culturas. Os conselhos de humildade contidos no Livro do Eclesiástico (primeira leitura) resultam da influência da cultura grega. Jesus aplica a sentença final, sobre aquele que se exalta e aquele que se humilha, revelando a prática do Reino: a renúncia à sociedade competitiva pelo status e poder, e a adesão à nova sociedade do Reino, fundada na humildade, na fraternidade e no serviço.

A segunda parábola Jesus dirige àquele que o convidara. Comumente os banquetes são oferecidos, pelos poderosos, com objetivos interesseiros: mostrar aos outros prestígio e poder; agradar alguém de quem se espera retribuição; fortalecer os laços que unem o grupo de poder. A estes interesses Jesus opõe o banquete oferecido aos pobres, aleijados, coxos e cegos, sem espera de retribuição por parte deles. O banquete aos pobres é o assumir a sua causa, promover a sua libertação e a restauração de sua dignidade. É a partilha do banquete eucarístico, em comunhão com Jesus.

Autor: José Raimundo Oliva

COMENTÁRIO 2

Confesso, que não conseguiria explicar como que na Igreja ainda exista uma ideia totalmente distorcida e doentia de Deus. Está aí a grande causa de tantas pessoas estarem doentes, ou seja, a visão doentia que se tem de Deus faz adoecer aquele que a tem. Imagina-se Deus como aquele que está distante, bravo, muito ocupado em ver o que fazemos de errado para nos cobrar no momento oportuno, que não vive comunhão conosco, que não se alegra e convive com seus filhos. Jesus é a revelação plena do Pai; Ele é o “Emanuel”, ou seja, Ele é o “Deus conosco”. Que maravilha! Jesus é este que sabe viver a vida, está próximo dos seus, no meio do povo procurando levar todos a uma experiência com Ele, com seu amor. Ele não se mistura com nossos pecados, mas abraça a cada um e faz comunhão com todos. Ele entra na vida toda de cada um de nós, para que possamos entrar na Dele, ou seja, para que nos santifiquemos. Ele não tem medo de conviver, brincar, tomar refeição com todos, dançar e se divertir.

É sábado, acabou-se de viver o dia santo para os judeus, apos ouvirem a Palavra de Deus na Sinagoga, um fariseu convida Jesus para uma refeição. Na cultura, todas as pessoas importantes, bem sucedidas, vão sentando-se a partir do dono da casa, por ordem de importância: do dono da casa, depois os mais importantes, os mais velhos e os demais, exatamente nesta ordem. Jesus observa o cenário, a busca de lugares importantes por parte de muitos que se encontram na casa e lança a parábola aos convidados.

Nesta parábola, Jesus não quer ensinar um truque acerca de como fazer para ser reconhecido e ser convidado para os melhores lugares. Não, Jesus ao dizer isso, não está ensinando nada de novo, pois na cultura judaica já era ensinado às crianças de como fazer para não passar vergonha na frente dos outros: senta no último lugar. Se te chamarem, tu ficarás engrandecido diante dos outros; se não te chamarem, tu não passa vergonha, pois não te mandarão sair, pois não tomaste um lugar que não te pertencia.

Jesus quer ensinar o que com isso? Que devemos ser visto e chamado por Deus. Devemos fazer isto aos olhos de Deus, vivendo a nossa vocação, pela qual fomos criados, ou seja, viemos do Amor, por amor, para vivermos o amor entre os irmãos. Este amor só pode ser vivido e testemunhado pela vivencia do serviço. Sentar no último lugar, neste caso, para Jesus, é se sentar sobre a autoridade que nos foi dada no dia do nosso batismo. A autoridade na Igreja chama-se serviço! O maior é aquele que serve, aquele que se coloca como o servo de todos.

Toda via, só é capaz de servir aquele, aquela que possui a virtude da humildade. Só o humilde serve, vive a autoridade da Igreja. A humildade é a mãe de todas as virtudes. Há uma crise de pessoas humildes no mundo, pois as pessoas não se conhecem; por que não se conhecem? Porque não conhecem a Deus. Cristo é a imagem visível do Pai e que reflete aquilo que devemos ser. Quem conhece a Cristo, passa a se conhecer e, se conhecendo, passa a ter um auto-conhecimento; o auto-conhecimento é o pai da humildade e, somente o humildade é capaz de servir; quem serve, será exaltado, pois viverá a humildade – característica essencial da santidade. Tudo está interligado!

Para dizer que, a parábola nos chama a santidade, que começa no auto-conhecimento como fruto de um conhecer a Deus e que gerará a humildade e, esta, me conduzirá ao serviço: a autoridade na Igreja. Por isso que o maior é aquele que serve; porque vive a autoridade, a santidade.

Padre Pacheco, Comunidade Canção Nova.