Deus dá liberdade aos Seus filho

Na liberdade que temos, damos o exemplo e não seguimos as más inclinações deste mundo

“Jesus perguntou: ‘Simão, que te parece: Os reis da terra cobram impostos ou taxas de quem: dos filhos ou dos estranhos? Pedro respondeu: ‘Dos estranhos!’ Então Jesus disse: ‘Logo os filhos são livres’” (Mateus 17, 25-26).

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domingo, 9 de outubro de 2011

Secretários da Segurança Pública vão propor alterações na legislação.

Os secretários da segurança pública vão pedir ao ministro da Justiça José Eduardo Cardozo mudanças na legislação e mais recursos para a área. O documento com 10 tópicos, foi elaborado na 41.a reunião do Colégio Nacional de Secretaria de Segurança Pública (Consesp), encerrada sexta-feira (7), em Foz do Iguaçu.

“Tivemos uma grande troca de experiências, a consolidação de uma série de sugestões, como o aprimoramento da legislação e a normatização técnica em assuntos específicos da segurança pública. É possível perceber uma linha que reúne todos os secretários de segurança num mesmo sentido”, avaliou o secretário paranaense, Reinaldo de Almeida Cesar.

Além da câmara de legislação, quatro câmaras temáticas foram discutidas no encontro, que terá prosseguimento na próxima edição do Consesp, em Maceió. A câmara de legislação discutiu projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional, analisando e propondo adequações, inovações ou alterações. Segundo o presidente do Consesp Wantuir Francisco Brasil Jacini, a discussão deu prioridade a temas que preocupam a sociedade brasileira, e que necessitam de ações urgentes na área da segurança pública.

“Na ata de conclusão dos trabalhos das câmaras temáticas, já em processo final, serão encaminhados os trabalhos para o Ministério da Justiça e para o Senado Federal, em Brasília, para posteriormente serem discutidos em Maceió (AL). O documento sobre legislação já foi concluído e a audiência do presidente do Consesp com estes órgãos deve ocorrer no dia 17 de outubro”, informa o secretário executivo do Consesp, major Marco Vinícius Aguirre.

Os dez tópicos que serão encaminhados no documento oficial ao ministro, sobre legislação, tratam sobre:

  1. a criminalização do porte de drogas para consumo próprio;
  2. vinculação constitucional do orçamento para a segurança pública;
  3. interceptação das comunicações telefônicas;
  4. procedimentos administrativos disciplinares de agente de segurança pública;
  5. tipificação penal de participação em milícias;
  6. roubo a bancos e caixas eletrônicos;
  7. regime de cumprimento de pena de crimes hediondos e equiparados;
  8. aquisição de armas e munições por instituições policiais;
  9. lei de licitações e contratos administrativos;
  10. Lei Maria da Penha (violência doméstica).

CONSESP - Esta foi a terceira reunião do Consesp neste ano. Foram formadas comissões temáticas sobre assuntos ligados ao enfrentamento da criminalidade e a consequente diminuição de seus índices estatísticos. As câmaras discutidas nesta edição do encontro foram legislação (concluída); fronteira e divisas; tecnologia da informação e comunicação; financiamento de segurança pública; e integração nacional.

Essas comissões ficaram sob a competência dos secretários de Segurança Pública. No entanto, a câmara de legislação ficou sob a responsabilidade dos estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Paraná e de Rondônia, com presidência de Lafayette de Andrada, secretário de Defesa Social de Minas Gerais.

Para Almeida Cesar, os secretários querem uma efetiva integração com o governo federal, na definição de uma política nacional de segurança pública, da capacidade de integração em relação aos investimentos federais. Ainda segundo Reinaldo, as discussões evoluíram significativamente. “O encontro no Paraná possibilitou a participação do comandante da 5.ª Região Militar, que expôs a todos os secretários os bons resultados da operação Agata II, que reforça a importância da integração entre as Forças Armadas e as forças de segurança publica, nas fronteiras do Paraná”.

Durante as discussões, os secretários da Segurança Pública expuseram os problemas de cada estado, bem como apresentaram sugestões e possíveis soluções para os problemas, que foram discutidos. Dentre os temas estavam a Copa do Mundo de 2014, combate à criminalidade como narcotráfico e roubos, e procedimentos burocráticos.

PARTICIPAÇÃO - Participaram deste evento o governador Beto Richa; o secretário da Segurança Pública do Paraná, Reinaldo de Almeida César; o presidente do Consesp e secretário de Segurança Pública do Mato Grosso do Sul, Wantuir Francisco Brasil Jacini; o general da 5.ª Divisão Militar e da 5.ª Divisão do Exército, Willians José Soares; o vice-prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro; o diretor-geral da Itaipu Binacional, Jorge Samek; o secretário extraordinário de Segurança para Grandes Eventos, José Ricardo Botelho, o superintendente da Polícia Rodoviária Federal, Gilson Luiz Cortiano, o diretor de Contensioso e Gestão do Fundo Nacional Antidrogas, Marco Aurélio Martins de Araújo, representando a Secretaria Nacional de Política sobre Drogas, além dos secretários de Segurança Pública dos Estados e representantes.

Ainda pelo estado do Paraná, estiveram presentes o secretário-chefe da Casa Militar, coronel Adilson Castilhos de Casitas; o secretário de Comunicação, Marcelo Cattani; o deputado estadual Reni Pereira; o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Marcos Teodoro Sheremeta; o delegado-geral da Polícia Civil, Marcus Vinícius da Costa Michelotto, além de diretores, presidentes, chefes e oficiais e praças da Polícia Militar e policiais civis do Paraná.

Fonte: Secretaria da Segurança Pública do Estado do Paraná.

quinta-feira, 4 de março de 2010

OAB quer garantir acesso da sociedade à legislação.

04/03/2010

O presidente da Seccional Maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MA), Mário Macieira, em audiência com o presidente da Assembléia Legislativa, Marcelo Tavares, solicitou que seja disponibilizado ao público o acesso ao sistema de gerenciamento de documentos eletrônicos, inserindo nos sites daquela Casa, da OAB e dos órgãos do Poder Judiciário links para o mencionado sistema. Implantado pela Assembléia Legislativa, o gerenciamento de documentos eletrônicos traz o conteúdo de diversos atos normativos, incluindo leis, decretos legislativos, resoluções, dentre outros.

Mário Macieira – que compareceu a audiência acompanhado do presidente da Comissão de Estudos Constitucionais da Seccional, Rodrigo Lago – sugeriu ainda que seja realizado, conjuntamente com Poder Executivo, um estudo com a participação da OAB para implantação de um portal voltado especificamente para legislação.

Para o presidente da OAB, seria importante também que fosse feita a compilação dos textos legais, de forma a inserir no texto original as mudanças legislativas ocorridas, com o registro das redações anteriores, observadas as regras insertas na Lei Complementar Federal 95/98.

Como no Maranhão não há até o momento um sistema que permita o acesso público e centralizado ao conteúdo das leis e atos normativos estaduais, os advogados, cidadãos, membros do Ministério Público, do Poder Judiciário e outras autoridades são obrigados a recorrer à Assembléia Legislativa para obter textos legais ou para procurá-los em edições do Diário Oficial.

Fonte: OAB.

Leia mais:

Marcelo Tavares recebe visita do presidente da OAB-MA

sábado, 10 de outubro de 2009

MJ oferece banco de dados sobre legislação penal no Brasil.

08/10/2009 – 12:31

Brasília, 08/10/09 (MJ) - A partir desta semana, advogados, estudantes, professores, formuladores de políticas públicas e demais operadores do Direito têm à disposição um banco de dados com toda a legislação penal em vigor no Brasil. O software, que recebeu o nome de Sispenas, está disponível na página do Ministério da Justiça: www.mj.gov.br/sispenas ou www.mj.gov.br/sal.

Além dos crimes, o banco de dados mostra as respectivas penas e as alternativas possíveis à prisão. A proposta é oferecer informações para tornar a relação entre os tipos penais e benefícios mais clara e acessível.

Didático, o sistema permite fazer pesquisa de diferentes formas: por ano de criação de leis, penas máximas e mínimas ou palavras-chave. Se o interessado digitar, por exemplo, a palavra “prostituição”, ele terá em sua tela todos os crimes relacionados, as penas e os benefícios previstos no Brasil. O Sispenas também possibilita a realização de simulações simples diante de propostas de alteração legislativa.

A ausência do quadro geral das penas aplicáveis no país dificultava o acesso dos operadores do Direito a uma descrição mais ampla do sistema jurídico-penal brasileiro para identificar seus gargalos e desconformidades. “Esse é um grande esforço do Ministério da Justiça a fim de que possamos conseguir racionalidade para o sistema penal. O Sispenas é uma ferramenta fundamental para atingirmos esse objetivo”, destaca o secretário de Assuntos Legislativos, Pedro Abramovay.

O Sispenas é mais um resultado do Projeto Pensando o Direito, que promove a parceria entre o Executivo e a academia por meio do financiamento de projetos de pesquisa que proporcionem ganho qualitativo às atividades da Secretaria de Assuntos Legislativos, do Ministério da Justiça, em temas considerados prioritários. Vencedora do edital na área de “penas alternativas”, a Faculdade de Direito da Fundação Getúlio Vargas foi a responsável pelo desenvolvimento do software.

Para acessar o SisPenas, clique aqui

Fonte: Ministério da Justiça.